• A Instituição
    • Nossa História
    • Nossos Pilares
    • Estrutura Organizacional
    • Números e Resultados
  • TCC Gamificado
  • Depoimentos
  • Blog
  • Conteúdos
    • Benefícios
    • Conteúdos Gratuitos
    • Pesquisa e Estudos
    • Teacher´s Lab
  • Portal do Aluno
FIA Business School
  • MBA e Pós-graduação
  • Curta Duração
    • Formação de Broker nos Mercados
    • EaD Curta Duração
    • Valuation
    • Psicologia para não Psicólogos no Ambiente Organizacional
    • Diversidade e Inclusão: Como entender e como implantar
  • In Company
  • Parceiros
Escolha uma Página

A aplicação do ESG no varejo transforma o impacto ambiental

May 24, 2023 | Varejo | 0 Comentários

O conceito de ESG está cada vez mais presente no setor varejista, impulsionado pela crescente demanda dos consumidores por empresas responsáveis social e ambientalmente. A sustentabilidade se tornou uma preocupação global e os consumidores estão antenados às marcas que tenham essa preocupação em suas ações. 

Os clientes estão cada vez mais conscientes sobre o impacto de suas escolhas de compra no meio ambiente e na sociedade.

No varejo, a adoção de práticas sustentáveis e a incorporação dos princípios ESG trazem benefícios tanto para as empresas como para os consumidores e a sociedade em geral.

David Douek é Diretor Vogal do IBEVAR, mestre e doutorando em administração pela FEA USP, arquiteto e urbanista pela FAU USP e administrador de empresas com especialização em Operações de Mercado Financeiro (FIA), levanta o alerta sobre a questão do impacto ambiental no varejo. Ele contou para a equipe de redação que ao emitir recibos ambientais, empresas varejistas como a Asket orientam a tomada de decisão de compra mais consciente.

“Em recente artigo publicado pela revista Business of Fashion, são evidenciados os desafios que a (varejista) Asket enfrenta ao fornecer The Impact Receipts, os quais, em tradução livre para a língua portuguesa poderiam ser designados como os recibos de impacto. The Impact Receipts são fornecidos aos consumidores com dados sobre o consumo de energia, água e emissões de gases de efeito estufa (GEE) associados a cada um dos produtos ofertados pela marca com o objetivo de permitir ao consumidor uma decisão de compra mais ambientalmente consciente”, diz David.

Engajamento da cadeia de suprimentos

Ele ainda aponta que ao contrário do que se poderia imaginar, o desafio para a correta definição do conteúdo de tais recibos está na coleta de dados e não em sua análise. “Como muitas varejistas, a empresa mencionada não  confecciona os produtos que revende, dependendo dos fornecedores para a acessar os dados de consumo de água, energia e emissões de GEE incorporados a cada uma das mercadorias. Assim, o engajamento da cadeia de suprimentos foi essencial para a viabilidade do projeto. Após alguns anos estruturando a  ideia e contando com a ajuda de plataformas como a Vaayu, conseguiram, finalmente, fornecer para todas as suas peças, The Impact Receipts”, complementa o executivo.

David comenta que em países como a Noruega, as autoridades já vêm percebendo a necessidade de fiscalizar as informações relativas aos atributos de sustentabilidade fornecidas pelos vendedores. Nota-se que estão atentas à qualidade dos dados utilizados para sustentar as alegações de responsabilidade ambiental. Já em países menos desenvolvidos, em que muitos varejistas estão enfrentando momentos particularmente desafiadores,  pode soar ambicioso demais criar uma cultura de disponibilidade das  informações de impacto ambiental.

“No entanto, ainda que para realizar este feito seja necessário investir em uma estrutura, mesmo que terceirizada, de coleta e tratamento de dados, a vanguarda na consolidação deste objetivo pode-se traduzir em importante vantagem competitiva”, ressalta o executivo.

Parceiros comerciais

Segundo David, do ponto de vista prático, a coleta de dados pode ser iniciada com base na  operação do próprio estabelecimento comercial, reunindo informações relativas ao consumo de água e energia por ele praticados. Um segundo passo, é a inclusão das emissões da frota própria de veículos. Por fim, os números  oriundos  dos fornecedores. Esse passo demanda a sensibilização dos parceiros comerciais e, portanto, é prudente considerar um período de conscientização da importância da divulgação os impactos ambientais de seu negócio, também um intervalo para adequação, a fim de que se possa efetivamente incluí-los  no processo. Assim, como o feito pela Asket, é possível ainda estabelecer alguns produtos como piloto para, somente depois, estender aos demais.

Vale também destacar que o levantamento de dados da própria loja pode servir de basepara a conquista de certificações como a Zero Carbon Certification, emitida pelo International Living Future Institute (ILFI).

“De uma forma ou de outra, principalmente para empresas que estão considerando eventual  expansão global, vale, ao menos, ponderar a inclusão dessas atividades no plano de negócio”, finaliza o especialista.

Aspectos relacionados a ESG no varejo

  • Meio ambiente: A sustentabilidade ambiental no varejo envolve a redução do consumo de energia, água e recursos naturais, a diminuição das emissões de carbono, o gerenciamento adequado de resíduos e a promoção da reciclagem. As empresas varejistas podem adotar práticas como a implementação de tecnologias de eficiência energética, o uso de materiais reciclados e a oferta de produtos sustentáveis. Além disso, estratégias como o transporte e a logística verde também contribuem para a redução do impacto ambiental.
  • Responsabilidade social: A responsabilidade social no varejo envolve o respeito aos direitos humanos, a promoção da diversidade e inclusão, a melhoria das condições de trabalho e o apoio a comunidades locais. As empresas podem adotar políticas de comércio justo, garantir a segurança e o bem-estar dos trabalhadores, apoiar organizações sociais e promover a igualdade de oportunidades. Além disso, a transparência nas cadeias de suprimentos e a erradicação do trabalho infantil e do trabalho escravo são aspectos importantes da responsabilidade social.
  • Governança corporativa: A boa governança corporativa no varejo envolve a adoção de práticas éticas, a transparência na divulgação de informações financeiras, a gestão responsável dos recursos e o estabelecimento de políticas de combate à corrupção. Empresas com uma governança sólida tendem a ser mais confiáveis para investidores, consumidores e outros stakeholders.

MBA Negócios do Varejo: Estratégia e Gestão

O MBA Negócios do Varejo é composto por módulos dedicados ao estudo do mercado consumidor e da gestão de varejo que aborda esse e outros temas de relevância para o mercado .

O curso conta com um corpo docente que exibe ampla experiência profissional e uma habilidade acadêmica comprovada, o que torna o processo de aprendizagem mais fácil e prazeroso.

Ao ingressar nesse MBA, o aluno entrará em contato com as mais novas tendências do varejo e aprenderá como as novas tecnologias afetam o mercado de consumo.

Que tal continuar aprimorando seus conhecimentos e garantir sua vaga agora para a próxima turma?

Fale com nossa equipe pelo WhatsApp: (11) 98481-5427 e matricule-se para aprofundar seus conceitos teóricos — sem se afastar da realidade do mercado. E aplique diretamente o que aprende na tomada de decisão do dia a dia de trabalho.

Fonte: FIA – LABFIN.PROVAR

Link de referência: https://www.businessoffashion.com/articles/sustainability/fashion-sustainability-data-ai-analytics-greenwashing/

 

Cadastre-se em nossa newsletter!

Prometemos não utilizar suas informações de contato para enviar qualquer tipo de SPAM.

Notícias Recentes

  • Esse é mais um post sobre IA no varejo?19/02/2026
  • Dominar o Valuation pode ser um diferencial para a sua carreira15/01/2026
  • Fintechs e Pagamentos: a nova lógica do varejo13/01/2026
  • Gestão baseada em valor forma líderes para decisões estratégicas08/01/2026
  • Lifelong learning: por que nunca parar de aprender18/12/2025

Categories

  • Cenário econômico
  • Finanças
  • Inovação
  • Na Mídia
  • Pessoas
  • Varejo
Desenvolvido por FIA Business School - núcleo Finanças e Varejo. Todos os direitos reservados