
Se aplicarmos isso ao Varejo, o cenário fica muito mais tátil:
- Existentes turbinados: Aqui o SAC vai ganhar vida. Sabe aquele bot que só te irritava? Com IA Generativa no modelo estruturado, ele finalmente resolve problemas complexos e entende o contexto sem você precisar repetir tudo dez vezes. É eficiência pura.
- “Procurador” do cliente: Imagine o Carrinho de Compras Autônomo. A IA não apenas sugere o que você gosta, ela “assume a caneta” e decide a melhor logística ou o melhor momento para fechar o pedido baseado no seu histórico e orçamento, agindo como seu representante pessoal.
- O hub de serviços: É onde o Checkout vira um Ecossistema. No momento do pagamento, a IA “curadora” conecta instantaneamente serviços de terceiros (montagem, seguro, garantia estendida personalizada) que se encaixam naquela compra específica, como peças de Lego em tempo real.
- Maestro (No original é “orchestrator”, mas acho que fica mais inteligível assim né?): É aqui que o seu CRM vai brilhar. Ele deixa de ser um banco de dados estático e vira o cérebro de uma operação adaptativa. O CRM orquestra dados da saúde do seu cliente (lembra dos wearables?), localização e comportamento para prever que você precisa de um tênis novo hoje, acionando o fabricante, a logística e até um personal trainer para te entregar uma solução completa.
A minha percepção: O erro mais comum vai ser gente certa no lugar errado – exigir de colaboradores cultura de supervisão e controle e criatividade em um modelo que exija proatividade em relação ao consumidor. O varejo brasileiro sobreviveu bastante bem aos inúmeros percalços externos, não podemos de repente achar que esperar uma instrução da instância superior vá nos salvar. A grande virada de jogo está na transição para o lado Adaptativo do gráfico. A IA não veio para substituir o varejista, mas para permitir que ele finalmente pare de focar na “transação” e comece a focar na “relação”. E você? Já saiu da fase do deslumbramento ou ainda está testando todos os prompts possíveis? Fonte: https://mitsloan.mit.edu/ideas-made-to-matter/how-digital-business-models-are-evolving-age-agentic-ai?utm_source=instagram&utm_medium=social&utm_campaign=aibizmodel
Texto escrito pelo Prof. Ivan Rizzo
Fonte: Redação FIA BUSINESS SCHOOL – NÚCLEO FINANÇAS E VAREJO




