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Resolução de conflitos: como a liderança pode se preparar para esse desafio?

Aug 28, 2020 | Pessoas | 0 Comentários

A resolução de conflitos é uma das soft skills mais essenciais no mundo dos negócios, favorecendo a performance das equipes e o alcance de resultados
Em qualquer âmbito de nossas vidas, o convívio com aqueles que pensam e agem de maneiras distintas enriquece nossa compreensão do mundo. No ambiente de trabalho, assim como em nossa vida pessoal, tal convívio com diferentes pontos de vista nem sempre é pacífico, sendo a resolução de conflitos um grande desafio para a liderança.

Por isso mesmo, tal competência é uma das soft skills mais essenciais no mundo dos negócios, uma vez que favorece a performance das equipes e o alcance de resultados. Acompanhe-nos na leitura deste artigo, então, e saiba como desenvolver cada vez mais a habilidade de resolução de conflitos em seu dia a dia de trabalho.

Todos têm uma história singular e, por isso, pensam diferente

Diante de uma situação de conflito, você certamente já percebeu que cada um se posiciona de um modo.

Há aqueles que não fogem de uma discussão e não recuam enquanto não mostram que estão certos.

Por outro lado, há outros que evitam ao máximo situações em que possa haver um embate.

Quanto mais diversa for uma equipe, maior a tendência de que ambos os perfis interajam na dinâmica de trabalho. Tal diversidade é muito produtiva em todos os sentidos, mas, evidentemente, também traz desafios para a convivência.

É por isso que o posicionamento da liderança é decisivo para a solução ou continuidade de um eventual conflito.

Antes de mais nada, para desenvolver adequadamente a capacidade de resolução de conflito, o líder deve entender que os pontos de vista, especialmente numa equipe plural, vão variar de acordo com muitos fatores.

O mais importante deles é justamente a história de vida de cada colaborador. Cada um carrega dentro de si experiências, entendimentos, valores e histórias muito singulares, diretamente relacionadas ao seu contexto de vida.

Cabe, então, ao líder facilitar o convívio entre tantas singularidades, com o intuito de transformá-las na força do time, e não na causa dos conflitos.

Tenha humildade e saiba ouvir

Se o seu time é composto por pessoas com backgrounds completamente distintos entre si, é importante ter a humildade de reconhecer que a solução de conflito não é unívoca.

Ou seja, da mesma forma como você acha que sua interpretação de um problema é a correta, o outro também pode pensar da mesma forma, criando um grande impasse.

E não é porque está numa posição de liderança que você sabe de tudo. Pelo contrário, os verdadeiros líderes são aqueles que assumem suas fragilidades, admitem sua ignorância e escutam ativamente seus liderados.

Dispor-se a ouvir o outro mostra que você tem humildade e disponibilidade em partilhar outros modos de ver uma mesma circunstância e mudar de opinião, a fim de chegar a uma solução para um conflito que seja o mais justa possível para todos.

Encontre o equilíbrio entre a firmeza e a gentileza

Se o exercício da escuta e da humildade é fundamental para a resolução de conflito, de modo algum uma liderança que esbraveja contra todos, impondo sua interpretação do problema a todo custo, está preparada para esse desafio.

Por outro lado, em situações desafiadoras, é preciso ser firme na mediação e no posicionamento para se chegar a um ponto pacífico.

Como encontrar, então, um equilíbrio entre a necessária firmeza e a indispensável gentileza no trato com as pessoas e na forma de expressar seu posicionamento e endereçar um problema?

Lembre-se de que firmeza não é sinônimo de grosseria e autoritarismo — assim como gentileza não significa passividade.

Aqui, o exercício mais importante para se atingir o equilíbrio é desenvolver a capacidade de, com objetividade e clareza de visão, saber levar em conta a sua perspectiva e a dos outros, chegando a uma conclusão que favoreça o que é melhor para o contexto como um todo.

Seja um facilitador

A competência da resolução de conflitos é um grande desafio, que requer, acima de tudo, empatia, humildade e objetividade.

Se o líder enxergar a si próprio enquanto facilitador de equipes e pessoas — e não como detentor infalível das respostas para os problemas do mundo —, contribuirá decisivamente não só para a resolução de conflitos em seu microcosmo, mas para a realidade do mundo dos negócios como um todo.

***

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